E abrem-se as cortinas...
O visto é o abre-alas. Um novo velho mundo se estende a frente. Desbravarei-o-o e contarei aqui os seres fantásticos e monstruosos que encontrarei; as experiências que experimentarei; e as ausências que sentirei.
Se cruzo os mares é pelo passado; não o meu, mas de outros. Se busco os outros é pra evitar a solidão. Solidão que transformo em objeto e que me fará companhia pelos próximos 3 à 4 anos.
O solidão é meu destino; o isolamento não. Por isso crio esse caderno de notas que me acompanhará no presente. Uma ponte que liga continentes; que mantêm viva a vida em meio à solidão dos mortos.
O tom será polifônico. Os timbres mudarão ao sabor do espírito. Aqui rápido, ali científico, lá antropológico ou histórico, acolá catártico, vez ou outra artística, ou ainda emotiva e quiçá político. O ritmo será sincopado variando de múltiplas postagens em um mesmo dia, até pausas mensais. Seguirá o andamento do descompromisso e dos tons maiores e menores, criações que refletem o estado emocional do compositor.
Desbravar é um processo; seu rumo é incerto; mas que sirva para algo: uma ponte para o futuro, para o surgimento de um ser diferente: um Doutor, é verdade, mas isso diz pouco.
O que surgirá nesse horizonte que se abre? Na verdade pouco interessa; os fins não justificam os meios. É o meio, o ambiente, a trajetória que importa!
Desbravar é preciso! Vamos venham todos, caminhemos entre o velho e o novo.
O visto é o abre-alas. Um novo velho mundo se estende a frente. Desbravarei-o-o e contarei aqui os seres fantásticos e monstruosos que encontrarei; as experiências que experimentarei; e as ausências que sentirei.
Se cruzo os mares é pelo passado; não o meu, mas de outros. Se busco os outros é pra evitar a solidão. Solidão que transformo em objeto e que me fará companhia pelos próximos 3 à 4 anos.
O solidão é meu destino; o isolamento não. Por isso crio esse caderno de notas que me acompanhará no presente. Uma ponte que liga continentes; que mantêm viva a vida em meio à solidão dos mortos.
O tom será polifônico. Os timbres mudarão ao sabor do espírito. Aqui rápido, ali científico, lá antropológico ou histórico, acolá catártico, vez ou outra artística, ou ainda emotiva e quiçá político. O ritmo será sincopado variando de múltiplas postagens em um mesmo dia, até pausas mensais. Seguirá o andamento do descompromisso e dos tons maiores e menores, criações que refletem o estado emocional do compositor.
Desbravar é um processo; seu rumo é incerto; mas que sirva para algo: uma ponte para o futuro, para o surgimento de um ser diferente: um Doutor, é verdade, mas isso diz pouco.
O que surgirá nesse horizonte que se abre? Na verdade pouco interessa; os fins não justificam os meios. É o meio, o ambiente, a trajetória que importa!
Desbravar é preciso! Vamos venham todos, caminhemos entre o velho e o novo.
dá até vergonha lembrar como era meu diário de bordo lendo seu texto tão bonito...
ResponderExcluirboa viagem, sucesso, bon courage!
obviamente, te acompanharei.
e eu também te amo.
;)
Gabi! Lindo texto. Você vai descobrir "a sua" Cidade Luz ! Beijão.
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